Pedrinho Matador - O maior Serial Killer do Brasil

A história a seguir contém descrições de crimes extremamente violentos, violência contra a mulher, violência contra animais, satanismo e canibalismo. Não indicado para pessoas sensíveis. Indicado para maiores de 18 anos.

"Desafio qualquer ser humano da face da terra que queira apontar os meus defeitos, sem ter que dar margem para apontar os seus erros." 

      

     Pedro Rodrigues Filho é considerado o maior serial killer brasileiro. Nascido em 29 de outubro de 1954 em Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais, marcou a história do país com seus crimes pavorosos. 


     Pedro é o irmão mais velho de oito irmãos e filho de Pedro (pai) e Manuela. Cresceu em uma família "comum", mas marcado pela violência antes mesmo de nascer. 


      Seu pai era alcoolista e frequentemente espancava sua mãe, Manuela por vezes se defendia da violência doméstica que sofria, porém, em uma das brigas no momento em que era espancada não conseguiu evitar um chute em sua barriga ainda grávida de Pedro. A brutalidade foi tanta que o chute causou uma lesão no crânio de Pedrinho que segundo ele "nasceu com a cabeça quebrada" e carrega a cicatriz até os dias de hoje. 


     Após seu nascimento, Pedrinho foi exposto cotidianamente às brigas do casal, quase sempre motivadas por ciúmes e agravadas pelo consumo excessivo de álcool por parte de seu pai. Quando a violência piorava fugia para a casa de seus avós. Pedrinho mantinha um forte vínculo com seu avô que o ensinou a usar armas, caçar animais, nadar, plantar, colher e a se defender. Sempre que podia levava Pedrinho para o açougue onde trabalhava, foi lá que ele desenvolveu habilidades como manusear facas e desossar animais. 


     Pedrinho matou pela primeira vez quando tinha apenas 14 anos de idade, a vítima foi seu primo mais velho que lhe deu um soco no olho porquê Pedrinho havia passeado com o seu cavalo sem pedir permissão. O soco somado aos xingamentos que seu primo proferia o enfureceu. Num dia em que estavam trabalhando para o avô moendo cana, Pedrinho vislumbrou o momento certo para se vingar e empurrou seu primo contra o moedor de cana. 

moedor de cana antigo idêntico ao utilizado por Pedrinho

      A máquina não conseguiu triturar mais do que um dos braços de seu primo, que ficou prensado no moedor. Os gritos eram escandalosos e chamaram a atenção dos trabalhadores do local, que foram prontamente ver o que estava acontecendo, Pedrinho, assustado com a ideia de pessoas se aproximando resolveu "terminar o trabalho" esquartejando o corpo de seu primo com um facão para que fosse possível passá-lo por completo no moedor. 


     O avô dos meninos desligou a máquina e acompanhou Pedrinho até a delegacia, que logo foi liberado, pois a família não faria nenhuma acusação contra ele. Por ser menor de idade o "castigo" por ter matado seu primo de forma brutal foi limpar o moedor de cana, tarefa que durou semanas.  


      Após o ocorrido, Pedrinho se manteve "na linha" e não causou mais problemas. Até o dia em que seu pai foi demitido acusado de furto pelo vice-prefeito. Pedro (pai) trabalhava para a prefeitura de Mogi das Cruzes em São Paulo como guarda noturno de uma escola em que a diretora observou a falta de alguns itens escolares e da merenda, ela relatou o ocorrido ao vice-prefeito que conhecia o guarda do período diurno. E claro, a culpa recaiu sobre Pedro (pai). 

    

     Como a mãe de Pedrinho dividia seu tempo entre: fazer alguns bicos de empregada doméstica, cuidar da casa e criar seus oito filhos, não conseguia dinheiro suficiente para arcar sozinha com as despesas da casa. O desemprego de seu marido e a nova fama de "ladrão" fez com que a família passasse por dificuldades financeiras, fome e as brigas entre o casal pioraram. Pedrinho passou a caçar animais para que eles pudessem se alimentar e vender a pele, mas também não foi suficiente para sustentar a família. 


      Inconformado com a situação, Pedrinho atribuiu a culpa por todos os problemas que sua família enfrentava ao vice-prefeito da cidade (responsável pela demissão de seu pai) e ao guarda diurno da escola (o verdadeiro culpado pelos furtos), e então decidiu se vingar. 


    Foi até o barracão de seu avô, pegou a espingarda que ele guardava ali, munição, um facão e uma mochila com alguns itens que pudessem ajudá-lo a montar um "acampamento" na Serra, onde passou cerca de 30 dias planejando sua vingança e caçando animais como macacos para se alimentar. 


    Quando finalmente se sentiu pronto para cometer seu segundo crime, foi até a casa do vice-prefeito, se escondeu e o aguardou por algumas horas. Pedrinho disparou dois tiros contra o vice-prefeito no momento em que ele desceu do carro, matando-o na hora. Em seguida foi até a escola que seu pai costumava trabalhar, se escondeu num "quartinho" onde os funcionários guardavam seus pertences, quando o vigilante diurno adentrou no local Pedrinho o matou, escondeu o corpo sob algumas cadeiras e caixas que estavam ali e ateou fogo no lugar. 


   Ele voltou para a mata e se escondeu por um tempo. Sabia que a polícia o procurava, e mesmo que tivesse apenas 15 anos, já tinha as mãos manchadas com o sangue de três pessoas. 


    Pedrinho conseguiu fugir para São Paulo e se escondeu na casa de sua madrinha, onde conheceu Maria Aparecida Rolim, cujo o apelido era "Botinha", recém-viúva do chefe local do tráfico, e agora responsável pelo negócio.  Botinha aliciava menores de idade e os seduzia para que trabalhassem com ela. Pedrinho rapidamente se destacou e o fato de manter relações com Botinha contribuiu diretamente para alavancar sua posição nos negócios ilícitos. 


   Essa situação não agradou os traficantes mais velhos, que não aceitavam receber ordens de um garoto de 16 anos inexperiente. Como não o reconheciam como "seu superior" armaram uma emboscada para Pedrinho, que foi avisado pela namorada de um dos traficantes que planejavam o ataque. Ao chegar no local combinado Pedrinho já esperava que algo acontecesse, então quando os quatro homens se distraíram, atirou matando dois deles na hora e ferindo gravemente os demais. 


   Pedrinho passou a ser conhecido como "Pedrinho Cartucheira" em razão de sua arma preferida, e como agora era mais respeitado passou a ser o responsável por grandes carregamentos. Botinha fora assassinada pela polícia em uma operação e Pedrinho ficou ferido, mas conseguiu fugir e se tornou chefe de seu próprio grupo criminoso. 


   Em uma negociação de drogas com um traficante de Jacareí, São Paulo, Pedrinho não simpatizou com o sujeito, decidiu roubar as drogas, algumas armas e deixou alguns homens feridos. 


    O traficante em questão era conhecido como "China", um homem importante no "mundo do crime". Pedrinho passou a ser temido, mas proporcionalmente odiado por muitos criminosos e procurado pelos esquadrões da morte do Brasil (milicianos compostos por policiais e membros das forças de segurança do Estado). 


   Pedrinho passou a agir como um "vingador" e ficou conhecido em São Paulo como justiceiro, pois, roubava caminhões de alimentos para distribuir nas favelas, matava estupradores e homens que agrediam mulheres, roubava de traficantes que julgava não merecer a droga e revendia a mercadoria para os que eram merecedores, segundo sua própria convicção. Pedrinho sempre matou conforme seu código particular de honra, em entrevistas alega ter matado todos os dias em que esteve solto, mas que se tratavam de pessoas "que não prestavam", pessoas que matariam inocentes, então ele matava. 


    Um tempo depois, Pedrinho se mudou para Campo Grande, um bairro no Rio de Janeiro e conheceu Maria Aparecida Olimpia, eles se apaixonaram e passaram a morar juntos. Maria foi morta grávida de sete meses, o bebê também não resistiu. Pedrinho relatou em entrevista ao Conexão Repórter (link ao final do texto) que os assassinos escreveram com o sangue dela na parede os seguintes dizeres: "Estamos te esperando". Ele não associou a autoria do crime imediatamente ao China, mas descobriu um tempo depois que a morte de sua amada ocorreu a mando dele. 


    Pedrinho soube que o irmão de China se casaria no final de semana seguinte e planejou mais uma vingança. Ele e outros dois capangas entraram de penetra no casamento e ordenaram que todas as mulheres e crianças saíssem de lá. 

Pedrinho foi específico ao dizer que: "tudo que é homem, bala nele", ele matou oito pessoas, incluindo o China, morto com um tiro no peito e feriu dezesseis. Foi um massacre. Quase um casamento vermelho, mas, real. (casamento vermelho aconteceu na série de televisão norte-americana produzida pela HBO - Game of Thrones, terceira temporada, episódio nove). Após a matança no casamento, Pedrinho ficou conhecido como "Pedrinho matador". 


    Ele era acostumado a beber sangue de boi temperado desde os 10 anos de idade, prática ensinada por sua avó que presumia que o consumo de sangue puro fazia bem à saúde.  


    Com a perda de Maria e de seu filho, passou a praticar o satanismo (existem divergências sobre essa informação, alguns livros retratam que Pedrinho passou a frequentar o Candomblé, mas em entrevista concedida ao Conexão Repórter, ele afirma que praticava o satanismo), fazia pactos com entidades e tatuou o diabo em seu braço direito (a tatuagem foi removida depois um tempo), ele acreditava que isso o tornaria mais forte e que seus inimigos não conseguiriam matá-lo. O consumo de sangue passou a ser o de suas vítimas. Ele se sentia invencível e dedicava as mortes à satã, convocando-o e oferendo a alma de cada vida que ceifava. 


    Em 1973, aos 19 anos, Pedrinho foi preso pela primeira vez, ao chegar na Casa de Custódia percebeu que a realidade do cárcere era diferente de tudo que já vivera. Em entrevista conferida a Ilana Casoy no livro "Serial Killers – Made in Brazil" ele relata: "me assustei, eu mesmo falo, tem muito sangue na parede, tem muita morte então tem muito sangue arrepiado na parede... Gente armada, pra lá e pra cá, nossa, ali era o inferno. Isolado no chiqueirinho, sem água. No pavilhão 5, no quinto andar, tudo sujo, barbado, morria por ali mesmo. Ficava doente, ninguém se importava... Morria tudo assim. Era um inferno aquilo, um inferno. Nem pra usar o banheiro, que aqui a gente chama de boi, eu ia sem minha faca." 



    Pedrinho ficou na inclusão por um tempo e assim que foi encaminhado para o convívio ouviu a seguinte frase: "carne nova pra mim hoje..." Se tratava de outro apenado que costumava abusar sexualmente de todos os recém-chegados.  


    Foi encaminhado exatamente para a cela em que esse apenado cumpria pena, e em sua primeira noite no convívio esmagou a cabeça de seu "colega" de cela com uma pedra do tipo paralelepípedo que encontrou no banheiro, para evitar o abuso. Pedrinho avisou que mataria todos que mexessem com ele e rapidamente conquistou o respeito na cadeia – ou melhor, deixou todos apavorados e o medo trouxe o respeito. 


    Pedrinho passou cerca de 42 anos preso, é o homem que mais cumpriu pena no país, foi condenado formalmente por 71 assassinatos, mas afirma ter matado mais de 100 pessoas, sendo 47 delas presos que cumpriam pena com ele. 


    O assassinato mais marcante da trajetória carcerária de Pedrinho, foi o que ele cometeu contra seu próprio pai. Pedrinho soube através do diretor da Unidade em que cumpria pena que seu pai havia matado sua mãe mutilada com vinte e uma facadas, enquanto ela dormia. Pedrinho pôde se despedir da mãe e jurou em seu leito de morte que a vingaria. 


    O pai de Pedrinho foi acusado e preso, cumpria pena em outro pavilhão, então, algumas semanas depois Pedrinho fingiu estar passando mal e rendeu um agente penitenciário, pegou suas chaves e foi em direção ao pavilhão que seu pai estava. 


     Pedro (pai) não reagiu, e foi assassinado por seu filho com vinte e duas facadas, Pedrinho o dilacerou, arrancando o coração de seu pai, mascou parte dele e cuspiu em seu corpo. 


    Minutos depois, retornou para sua cela e soltou o agente penitenciário que havia rendido. Pedrinho considerava seu ato legalmente errado, mas moralmente justo. Ele matou por seu pai no passado e agora matou por sua mãe, esse era o seu código de honra, baseado em vingança. 


   Pedrinho relata que os gritos de suas vítimas nunca silenciavam em sua cabeça, eram oficialmente setenta e uma pessoas mortas pelas suas próprias mãos, as acusações formais contra ele totalizavam aproximadamente 400 anos de pena. 


    Em 1985 foi transferido para a prisão de segurança máxima e Centro Psiquiátrico de Taubaté, São Paulo, era um tipo de Unidade em que os apenados ficavam mais isolados, então Pedrinho passava o tempo se exercitando em sua cela, socando a parede, jogando paciência, lendo e escrevendo cartas. De 1992 à 2002 ficou em um tipo de solitária, podia sair da cela para o banho de sol que durava 45 minutos por dia e só tinha contado com os agentes penitenciários. 



   Durante a vida carcerária de Pedrinho ele participou de motins, rebeliões, protagonizou assassinatos em massa, estrangulamentos, matou por vingança, por necessidade, prazer e sobrevivência. O modus operandi de Pedrinho Matador era: seduzir suas vítimas, fingindo amizade para matá-las depois. Outra coisa que fazia com frequência, era arrancar os olhos, além de beber o sangue (relata que parou de beber o sangue das vítimas quando a ascenção da AIDS se tornou uma realidade entre a população carcerária). Uma de suas tatuagens mais famosas era a que ele tinha em seu antebraço direito com os dizeres "mato por prazer" ela foi removida assim como outras que representavam sua personalidade psicopática. 


   Em dezembro de 2017 Pedrinho foi solto e todas as suas penas privativas de liberdade foram extintas. Mas, a vida do egresso do sistema carcerário carrega o estigma dos crimes cometidos, e ainda que estejam em liberdade se veem presos à própria imagem, construída através de uma identidade criminosa por anos.


     É como se a sociedade não acreditasse que alguém que cometeu tantos crimes cruéis pudesse ser capaz de não transgredir. E eles vivem para sempre num lugar estranho entre dois mundos, pois, na sociedade ampla, ele sempre será considerado bandido. 

    Pedrinho matador é exemplo vivo de uma pessoa que sempre viveu em uma sociedade paralela à formal. Na infância não frequentou a escola, conviveu com a violência cotidianamente (em vários níveis), aprendeu que se vingar fazia parte da vida e que esse poderia ser seu código moral particular para justificar seus crimes. Foi um assassino em série influente e temido. Pedro Rodrigues Filho levou a vida do crime e a vida do crime levou Pedrinho matador. 


   Atualmente Pedro tem 66 anos, permanece em liberdade, frequenta a igreja, criou um canal no YouTube (link ao final do texto) e não cometeu mais crimes (ao menos não possui novas acusações), sonha em ter um casal de filhos, se casar e ter uma casa. 


    Pedrinho não se arrepende de nenhum crime que cometeu, pois acredita que fez um favor para a sociedade, matando pessoas perigosas, estupradores e assassinos. Ele afirma não sentir mais vontade de matar, mas que aconteceria se machucassem sua família. 


Nenhum outro assassino em série brasileiro matou mais que Pedrinho matador. 

Ele é considerado até hoje o maior serial killer do Brasil. 





* As imagens utilizadas na história foram retiradas do google e do livro "Serial Killers - Made in Brazil da Ilana Casoy com a DarkSide Books"



Fontes de Pesquisa:

  • Livro "Serial Killers - Made in Brazil"
Ficha Técnica do livro
  • Título: Serial Killers - Made in Brazil
  • Autora: Ilana Casoy
  • Editora: DarkSide Books
  • Ano de publicação: 2017
  • Livro "Anatomia do Mal - O dossiê definitivo sobre assassinos em série"
Ficha Técnica do livro
  • Título: Anatomia do Mal - O dossiê definitivo sobre assassinos em série
  • Autor: Harold Schechter
  • Editora: DarSide Books
  • Ano de publicação: 2013
  • Entrevista ao Conexão Reporter

Parte 1 da entrevista 

Parte 2 da entrevista

  • Podcast Casefile True Crime - Edição Oficial em Português

https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hdWRpb2Jvb20uY29tL2NoYW5uZWxzLzUwMzc4NzMucnNz?sa=X&ved=0CAMQ4aUDahcKEwjIjs-Rn9TvAhUAAAAAHQAAAAAQAw 

  • Podcast Casefile True Crime - Original

https://casefilepodcast.com/case-127-killer-petey/ 

  • Monografia Ricardo Rodolfo Rios Bezerra (págs. 43-49)

PSICOPATA HOMICIDA: UM ENFOQUE PSICO-JURÍDICO EM FACE DO DIREITO PENAL BRASILEIRO POR MEIO DE ESTUDOS DE CASOS.  


Conheça mais sobre a história de Pedrinho

  • Livro: Pedrinho Matador a Biografia

https://books.google.com.br/books?id=iKihDwAAQBAJ&printsec=frontcover&hl=pt-BR#v=onepage&q&f=false 

  • Canal do YouTube de Pedrinho

Pedrinho ex matador com Jesus 


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Por Thainá Bavaresco.

Comentários

  1. "Quase um casamento vermelho, mas, real" hahaha

    Que história impressionante, e que texto e pesquisas incríveis, parabéns.

    É fascinante e mórbido ao mesmo tempo a mente de um assassino em série, e não justificando, mas é muito triste saber que a grande maioria desses assassinos começam a vida com uma família sem estrutura e convivem com a violência como se fosse algo normal dentro de sua rotina.

    Enfim, mais uma vez, parabéns, belo texto!

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    1. Que comentário perfeito! Foi exatamente esse o tipo de crítica que procurei trazer com o texto. É óbvio que a crueldade com que ele matava é inegável, mas perceber que a violência sempre esteve presente na vida dele e foi o que ele conheceu desde a infância, foi um fator determinante para traçar o perfil criminoso dele.

      Obrigada pelos elogios, que bom que gostou!!!

      ps: não pude deixar de fazer essa analogia com o casamento vermelho hahahhaha

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  2. Adorei o artigo, o comentário sobre GoT foi muito bem colocado haha.
    Que história bizarra a do Pedrinho matador, que frieza, sem arrependimentos. Será que um dia ele cometerá mais assassinatos?

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    1. Que bom que gostou, fico muito feliz <3
      Segundo entrevistas recentes ele não pretende matar mais ninguém, vamos esperar por isso né. Ele passou uma vida na cadeia e não parece querer voltar pra lá.

      O comentário sobre GoT não poderia ficar de fora hahahahhah

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  3. Uauu, de arrepiar!!! Sei nao se durmo essa noite 😳 kkk

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  4. Uauu, de arrepiar!!! Sei nao se durmo essa noite 😳 kkk

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  5. Sensacional!

    Vale a leitura.

    Parabéns!!!

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  6. Respostas
    1. Faz jus ao título de "maior" serial killer do país hahaha

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  7. Respostas
    1. Sim, considero também como uma história de superação!

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  8. Respostas
    1. Existe muita crítica social por trás da história dele... Eu acho fascinante. Bárbaro, mas, fascinante...

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  9. Caraca! Muito bom! Primeira leitura de muitas que virão aqui no Blog. Parabéns pelo projeto impecável! Ganhou um leitor ;)

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    1. Ahhhh que maravilhoso ler isso!!! Obrigada! Que bom que gostou <3

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  10. Caramba que reviravolta, bem interessante, vou conferir o canal de YouTube dele, alias, voce deveria criar um, amei!

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    1. HAHAHAHHA simmmm, muito interessante! Sobre o canal preciso amadurecer essa ideia ainda, mas quem sabe um podcast?? <3

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